quarta-feira, novembro 03, 2010

"A Lei do Caminhão de Lixo"

"Um dia peguei um táxi para o aeroporto. Estávamos rodando na faixa certa, quando de repente um carro preto saltou do estacionamento na nossa frente. O taxista pisou no freio, deslizou e escapou do outro carro por um triz! O motorista do outro carro sacudiu a cabeça e começou a gritar para nós, nervosamente. Mas o taxista apenas sorriu e acenou para o cara, fazendo um sinal de positivo. E ele o fez de maneira bastante amigável. Indignado lhe perguntei:
- Por que você fez isto? Este cara quase arruína o seu carro e nos manda para o hospital!
Foi quando o motorista do táxi me ensinou o que eu agora chamo de "A Lei do Caminhão de Lixo". Ele explicou que muitas pessoas são como caminhões de lixo. Andam carregadas de lixo, cheias de frustrações, de raiva, traumas e de desapontamento. À medida que suas pilhas de lixo crescem, elas precisam de um lugar para descarregar, e, às vezes, descarregam sobre nós.
Portanto, quando quiserem descarregar algum lixo sobre você, não tome isso pessoalmente. Não é problema seu! Apenas sorria, acene, deseje-lhe o bem e vá em frente. Não pegue o lixo de tais pessoas e nem espalhe sobre outras, seja no trabalho, em casa ou nas ruas. Fique tranquilo. Respire e deixe o lixo passar."
(Autor desconhecido)

2 comentários:

Danielly Tiepo disse...

Nossa era bem isso q precisava ler :)

Perfeito, posso copiar no eu blog??


Beijos

Crisminiaturas disse...

Claro Dany!

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Meu livro de cabeçeira:

Caros comentaristas:
De modo a nos poupar de atritos desnecessários aqui no blog peço aos colegas que, em suas mensagens, evitem promover inanas, coarctadas, inarmonias, agastamentos, chaças, debates inócuos, embates, embrulhadas, rabulices, encamisadas, ofensas, escaramuças, escarapelas, caceteiras, picuinhas, badernas, lides, quebra-paus, quebra-quebras, pleitos descabidos, quelelês, efervecências, questões de lana caprina, infestações, refregas, bafôs, pegas-pra-capar, pegadilhas, pegas, algazarras, pugilatos, pugnacidades, pugnas, logomaquias, peguilhas, pegulhos, brigas, quiproquós, triscas, quizilas, beiçoladas, galanas, vale-tudos, pelejas, bulhas, ralhos, beligerâncias, colisões, rolos, polêmicas idiotas, timacas, demandas, desordem, combates, gambérrias, armistrondos, remoques, campanhas insípidas, pampeiros, competências, tumultos, pancadarias, rancores, tendepás, muvucas, pendências, conflitos, confrontos, zangas, bangue-bangues, zanguizarras, tinido de armas, contendas, contenções, controvérsias destrutivas, renzilhas, choldaboldras, tropelias, oposições, provocações infundadas, sopapos, esparrames, pipocas, repontões, requestas, sarabandas, barafundas, arranca-rabos, arranca-tocos, arrancadas, arregaços, arreigações, arrepelamentos de barbas, arrepelações, porfias, jiribandas, jerimbambas, turmbambas, mirongas, sororós, barracos, porradarias, turras, derriças, certames, morticínios, arruaças, arruídos, desandas, desavenças, disceptações, discussões violentas, desfrontações, rusgas, cismas, resmungações, rosnaduras, desordens, testilhas, destruições do patrimônio público ou privado, assuadas, batalhas sangrentas, lutas desiguais, rotas, altercações, heteromaquias, retesias, estrupadas, retruques, litígios duros, afuleimações, prélios, frumentações, cruzadas, rivalidades inúteis, cavilações, reviretes, vuvus, rixas, contendas, mexeriquices, fuzilarias, bochicos e liças de qualquer espécie.
Grata
Cristina Freitas